sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Polícia

Covardia: Mulher leva cotovelada no rosto


Anderson Tingo Oliveira deu uma cotovelada em Fernanda Regina César Santiago em frente a uma casa noturna na cidade de São Roque (SP). A vítima está internada em estado grave em um hospital de Sorocaba (SP). Ela sofreu politraumatismo. Anderson teve a prisão temporária de 30 dias decretada, está preso e irá responder por tentativa de homicídio.


Segue abaixo o perfil de Anderson: https://www.facebook.com/andersontingo.oliveira

Texto: Zona da Verdade / Imagens: Internet

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Médico Abdelmassih:

irá cumprir 30 anos de prisão?


Roger Abdelmassih foi condenado (por ora) a 278 anos de prisão, por ter cometido 52 estupros e atentados ao pudor contra suas pacientes. O ex-médico era um famoso especialista em reprodução assistida. Uma ex-funcionária foi a primeira que o denunciou. Diversas pacientes dele confirmaram os delitos e afirmam que eram atacadas quando estavam sozinhas ou sedadas. Fugiu do país em 2011 e acaba de ser preso em Assunção (Paraguai).
Mesmo que sua condenação esteja em grau de recurso, a prisão preventiva nesse caso é absolutamente necessária e constitucionalmente legítima. Nenhum juiz do país deixará de manter essa prisão preventiva (certamente), depois de ele ter fugido do país. O risco de nova fuga é evidente e patente. Caso típico de prisão cautelar.
Sua pena total pode ter alguma redução nos julgamentos dos recursos (ou na vara das execuções criminais). De qualquer modo, a pena total ainda será muito alta (em virtude da enorme quantidade de crimes). Tendo em vista a exorbitância da pena, estamos diante de um caso que poderá eventualmente significar o cumprimento do máximo previsto no Brasil: 30 anos (em regime fechado, para se evitar nova fuga).
Levando em conta o total de 278 anos, ele não terá direito a nenhum benefício penal. Quando a pena passa de 30 anos, na vara das execuções se faz a unificação delas para 30. Mas essa unificação, de acordo com a jurisprudência do STF (Súmula 715), só serve para se saber a data máxima da execução, não sendo considerada para a concessão de outros benefícios, como livramento condicional ou progressão de regime.
Qualquer tipo de benefício penal, portanto, deve ser computado (de acordo com o STF) pelo total da pena (não em cima dos 30 anos). Os crimes cometidos, de outro lado, são hediondos (estupro e atentado violento ao pudor).
Nos crimes hediondos o réu deve cumprir 40% da pena, para conquistar o direito de progressão. Mas 40% de 278 anos significam 111 anos (há impossibilidade física e jurídica desse cumprimento). Mesmo que haja redução do total, a pena ainda será muito alta (40% sobre uma pena alta significa muito tempo).
O caso, portanto, é de um possível cumprimento efetivo dos 30 anos, se a natureza permitir isso ao réu (que já conta com 70 anos de idade). Não terá direito de saídas temporárias, que são válidas para o regime semiaberto e depois do cumprimento de 1/6 da pena. Não tem direito à prisão domiciliar, porque o regime fechado não a permite (somente o regime aberto).
Até mesmo os indultos natalinos exigem o cumprimento de uma boa parte da pena. Qualquer que seja o percentual exigido no decreto presidencial, será sempre muito alto (em razão do total do castigo).
 Fonte: professorlfg.jusbrasil.com.br / Imagem: Internet

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Geral

Conheça aqui um pouco mais sobre
Jucelino Nóbrega da Luz


Como foi seu primeiro sonho premonitório.
- Quando começou a sonhar?
- Eu tinha nove anos. Sonhei que ia ter um acidente, na Via Anchieta, foi em 1969. Foi o meu primeiro caso. Foi uma família que eu entrei em contato, não os conhecia. Sonhei que ia bater a Brasília (modelo de carro, fabricado pela VW), que morreriam quatro pessoas. Eu fui contar para as pessoas. 
- Quem o levou até eles? 
- Minha mãe me levou lá, eu não contei para ela. Só falei que precisava falar com a pessoa. Eu falei, mãe, você fica aqui, eu vou até ali conversar. Disse a pessoa: Olha! O senhor, em tal lugar, não vá que sua Brasília vai bater. Eu vi isso. O moço chegou em mim e disse que era só um sonho. “Olha, que menino bonitinho, isso aí não vai acontecer, isso aí você sonhou, isso é ilusão”. Falei: é bom se precaver que em tal data, vocês não devem ir. A pessoa foi e, no dia, morreram os quatro da família. 
- Como é que você ficou sabendo? 
- Foi noticiado no jornal Diário do Grande ABC. Daí, minha mãe contou para mim. “Está vendo aquela família que você foi visitar. Eles morreram. Todos em acidente de veículo”. Ela ficou brava comigo. Ela não gosta disso, de jeito nenhum.

 

Como são seus sonhos de cada noite.
- Como são seus sonhos? 
- Eles funcionam como se fosse em terceira dimensão. Vejo e uma voz vai me dizendo o que tenho que fazer.Essa mesma voz me diz o nome da pessoa para quem eu tenho que escrever, até o endereço. 
- Quantas vezes acontecem? 
- Seis vezes por semana. Não controlo quando e nem sempre são dias consecutivos. Mas, tem sempre um dia de descanso. 
- O caderno onde relata as visões fica ao lado da cama? 
- Não, para não acordar minha mulher e meus filhos. Levanto, vou para meu quarto de trabalho. Ali, faço um rascunho. De manhã, quando dá tempo, passo para a máquina de escrever. 
- Você sente ou já sentiu vontade de parar de sonhar? 
- Já tentei, sim, mas agora não tento mais. No começo eu me sentia muito mal, porque sonho com gente morrendo é ruim. 
- Os sonhos são em que língua? 
- Qualquer uma, agente traduz e manda pra frente. Tem língua que eu não falo, mas eu entendo as pessoas conversando. Parece que a tradução vem simultânea.

 

Como foi sua infância e adolescência.
- Você era um menino normal, quero dizer: gostava de jogar bola, correr, brincava, era arteiro, fazia coisas que sua mãe reprimia, como era? 
- Bom, eu fui como qualquer menino, peralta, no início. No primeiro ano estudei no SESI, repeti por problemas das premonições que estavam começando a aparecer. Isso me deu um impacto, eu desmaiava... 
- Quantos anos você tinha? 
- Eu tinha sete anos, foi o primeiro ano que eu repeti na escola devido esses problemas. Minha mãe me levava no hospital. Não dava nada. Isso era ruim. Eu era um bom aluno com uma inteligência acima da média e minha família não entendia. Tinha dificuldades em algumas matérias e nas outras ia muito bem. Tive uma infância difícil, tumultuada. Nunca gostei de futebol, gostava de halterofilismo , de fazer cooper, corria muito. Fazia disputa com meus colegas, ficava entre os primeiros. Minha vida foi assim. Na escola, meus colegas colavam de mim. Sabiam que eu ia me sair bem na prova, então sentavam perto de mim. Eu tinha um bom relacionamento com os professores. Eu gostava da minha infância, só que foi muito difícil. Meus pais não tinham condições financeiras. Às vezes, eu tinha vontade de fazer alguma coisa. Então, a partir dos oito anos de idade eu comecei a catar vidro, ferro velho para vender, para não ter que pedir para o meu pai, porque ele não tinha, a gente já sabia. Nós éramos conscientes disso: que meu pai tinha dificuldades. Ele trabalhava e ganhava um valor que dava para o sustento da família, naquela época pagava muitas contas. A gente não podia se ligar ao pai. Eu e meu irmão, geralmente, saíamos juntos, às vezes, machucava, cortava o pé ali, dava ponto, mas conseguíamos ganhar essa independência desde criança. O dinheirinho que trazia para casa com o maior orgulho. Às vezes, até comprávamos um pãozinho. Porque minha mãe não tinha dinheiro para comprar. Depois, minha mãe conseguiu um carrinho de pipoca, a gente trabalhou muito, deu muito duro, vendia muito... 
- Até quanto você fez isso? 
- Até os treze anos eu vivia nessa vida, depois eu me libertei, um pouco, porque arrumei um emprego numa firma onde eu fui registrado. Com quatorze anos...

 

Como esse trabalho irá continuar.
- Você me disse que você já percebe que um de seus filhos irá seguir seus passos. Que filho será seu sucessor? Você sonhou com ele sendo seu sucessor ou notou através do comportamento dele? Se você quiser falar... 
- Eu tenho o Lucas, de um ano e nove meses, que tem as mesmas características de quando sonho. Eu estive notando, como minha mãe me descrevia, quando eu era pequenininho, é igual. Cheguei até a ter épocas em sofrer desmaios. Todo mundo ia fazer exames e nada achavam. Quando eu era criança, eu era assim. Após o nascimento de meu filho eu observei, através dos movimentos, que ele tinha o que minha mãe comentava. Obviamente, que esses comentários eu joguei para essa pessoa, que é o nosso guia, esse mentor. E ele disse-me que ele faria a continuação do meu trabalho. Só ia mudar de corpo.

 

Como é ficar cobrando atitudes das pessoas.
- Há quantos anos você vem cobrando atitudes das pessoas? 
- Eu comecei a correr atrás dos resultados, de uns dez anos para cá. Antes eu mandava as cartas e, simplesmente, me contentava só com o recebimento. 
- Explique melhor. 
- Eu fazia os contatos, só que a pessoa informava, eu não anotava. Eu mandava registrada, você confia no correio. O correio não vai te enganar. Eu ficava satisfeito com a atitude do recebedor. Toda vez eu ligava para o correio eles diziam que a correspondência tinha sido entregue com o AR – Aviso de Recebimento, aquilo me satisfazia. Agora, de uns anos para cá, eu me preocupei mais com isso. Acho que o ser humano é muito falho... 
- O que você espera que as pessoas façam? 
- Eu acho que a partir do momento que você vai vendo fatos se concretizarem no dia-a-dia, é o momento de você acreditar no que essa pessoa escreve. Porém, ao contrário, você vê que as pessoas têm receio de acreditar nisso. Não sei se é o ego delas ou se é medo de transformar o Professor Jucelino em um mito ou profeta. Não é esse meu intuito, mas, sim, avisar às pessoas que se conduzam ao bem. 
- Assim mesmo, com esses desinteresses, você insiste que as pessoas lhe dêem atenção? 
- Não estou falando como espiritualista, mas como cidadão. Regido pelos meus direitos, tenho que cobrar aquilo das pessoas, senão acabo sendo conivente com o erro. Eu tenho que cobrar uma atitude E não tenho medo se é rico ou qualquer pessoa, para saber que a gente tem responsabilidade.

 

Como é quando não há tempo para avisar.
- Quando é um caso rápido, a gente liga, às vezes, se a coisa vai acontecer amanhã, não tem como a gente escrever. Não é a minha praxe fazer isso. Mas quando eu recebo informação que é possível entrar em contato com a pessoa, via telefone, daí eu chamo.

 

Como atua com as consultas que recebe.
- Você, ontem falou, que à medida que recebe as cartas, as abre, toma conhecimento do seu conteúdo, e vai respondendo à medida que os sonhos acontecem, que eles não têm uma regularidade. Fale-me um pouco mais desse processo de produção voluntária.
- Todas as cartas que você está vendo ali, já estão abertas. Eu já li todas. Eu leio toda carta que chega aqui na minha casa. Só que essas daí, estão depois daquelas seiscentas...Eu vi que tem casos aí que são casos mais simples. Os casos mais simples, eu deixo para depois, que são casos que envolvem questões amorosas, essas coisas todas. As pessoas me procuram para resolver coisas desse nível. Mando umas 150 cartas por mês e recebo de 200 a 400 cartas toda semana.

 

Como as pessoas o auxiliam.
- Doações? Eu não peço a ninguém. Nunca pedi doação para ninguém, o que me mandam é o envelope, às vezes, por cortesia, você abre o envelope já está lá o dinheiro, que eu uso para a pessoa, não uso para benefício meu. Não tiro nada daquilo, uso para a pessoa.
- Essas doações cobrem as suas despesas? 
- Às vezes não. Doam e não cobrem as despesas. Têm pessoas que não tem qualquer condição financeira, me mandam carta social porque não tem dinheiro. Só peço que me enviem envelope e selos para retorno.

 

Como é se sentir com um poder de informação além do normal.
- Como é que você sente nesse sentido?
- É evidente...Bem, o conhecimento é bom, mas saber demais em certas situações você acaba se tornando um alvo, né? Pelos interesses das outras pessoas que não querem que você saiba demais... 
- É, você tem um pouquinho de receio, né? 
Não por você, mas porque saber demais lhe impede de conviver no meio de outras pessoas que não lhe conhecem tanto. Mas, a gente tem receio das pessoas que estão ao nosso lado. Eu sou Jucelino, o outro que está ao meu lado, eu tenho muito receio por essa pessoa. 
- É só isso que você tem para me falar à respeito da certeza de saber demais? 
- De forma descontraída, sorri novamente com leveza... 
- É só isso... (risos)

 

Como foi a revelação do esconderijo do Saddam.
- Quando você enviou a primeira carta de advertência?
- A primeira carta que mandei para os Estados Unidos, em 1989, eu já relatava que eles iam enfrentar duas guerras, contra o Afeganistão e contra o Iraque, e avisava que o Saddan ia fugir e se esconder em um buraco perto da cidade de Tikrit. Em 1994, enviei outro aviso.
- Por que resolveu pedir a recompensa? 
- Na verdade, eu não fui pedir, é uma questão de reconhecimento. Mandei as cartas antes de existir as recompensas. Foi somente em 2003 que eles ofereceram dinheiro. Logo, se ofereceram quem tem direito a ele sou eu.
- Qual é o seu projeto para esse dinheiro?
- Será todo empregado em obras sociais. Meu objetivo é atender mais pessoas.


Fonte: www.jucelinodaluz.com.br

Música

Vanderlei Rodrigo e Banda Corpo e Alma
O cantor Vanderlei Rodrigo e a Banda Corpo e Alma de Três de Maio se unem em uma parceria que promete!

À partir do mês de outubro inicia-se a agenda de show’s de Vanderlei Rodrigo e Banda Corpo e Alma, uma estrutura impecável, palco com tecnologia de última geração, novo ônibus.



Em breve Vanderlei Rodrigo entrará em estúdio para gravar seu novo trabalho nessa nova etapa de sua carreira junto de seus velhos amigos da Banda Katchakera.

Texto: Zona da Verdade / Imagens: Internet

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Geral

Jucelino Nóbrega da Luz traz previsões bombásticas

O Professor, Premonitor e Ambientalista Jucelino Nóbrega da Luz, cedeu na tarde desta terça-feira (19), uma entrevista exclusiva ao Programa A Tarde é Sua, apresentado por Sônia Abrão na Redetv.

Jucelino, que já previu diversos casos de grande repercussão, tanto nacional quanto internacional, deu detalhes sobre a queda do avião que vitimou o presidenciável Eduardo Campos, e afirmou que não foi acidente, mas sim, sabotagem; segundo o sonho premonitório que Jucelino da Luz teve sobre este caso, foi colocado um grampo que, explodiu dentro de uma das turbinas do avião.

Durante a entrevista e à pedido do Dr. Jorge Lordello (Especialista em Segurança), Jucelino falou sobre algumas de suas premonições, como o desaparecimento de Madeleine McCann, onde foi claro ao dizer que a menina não foi sequestrada e que novos esclarecimentos hão de vir à tona em pouco tempo, também mencionou sobre um grande terremoto em Taiwan que irá acontecer no dia 8 de dezembro de 2014 e um grande escândalo que vai envolver uma pessoa muito famosa no Brasil e no mundo e irá ocorrer, provavelmente até o final do ano ou meados de 2015, se espalhando por todo o mundo, esse escândalo vai chocar e deixar muitas pessoas tristes, pois, trata-se de uma situação triste e terrível.

Jucelino da Luz ao ser questionado por Lordello sobre qual o grau de acertos em seus sonhos premonitórios foi categórico: “Acerto 70% das minhas premonições”. Em relação aos outros 30% de “erro”, ele afirma que só se dão pelo fato de que, ao serem avisadas, as pessoas tomam algum tipo de providência, evitando que aconteça, inclusive, é o objetivo principal de Jucelino ao avisar as pessoas, fazer com que as mesmas possam se prevenir e evitar que a premonição, de fato, se concretize, se possível, infelizmente há casos que não tem o que fazer.

Jucelino disse ainda, que não vê problemas em falar de suas premonições que envolvam o coletivo, antes que elas aconteçam, como, por exemplo, algo relativo à natureza (terremotos), mas que não gosta muito de falar de suas premonições que tragam um fato relacionado à pessoas, já que trata-se de algo mais íntimo, de caráter privado, sendo que, para ele é considerado algo mais delicado.

Mais uma previsão de Jucelino, onde ele cita um acidente aéreo no dia 26 de novembro de 2014; um avião (JJ 3720) sairá do Aeroporto de Congonhas, terá problemas mecânicos em uma turbina e irá se chocar com um prédio na Avenida Paulista. Jucelino já enviou cartas à empresa responsável pelo voo e ao governo de São Paulo, para tomada de medidas no sentido de se evitar a queda desta aeronave, se o acidente acontecer poderá vitimar centenas de pessoas.


Veja fotos das cartas que falam sobre este acidente, provando à todos os leitores do Zona da Verdade que, são cartas escritas antes do fato, claro, esperamos que não aconteça!






Texto: Zona da Verdade / Imagens: Jucelino da Luz

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Variedades

E se não existisse plástico?

Produziríamos tanto lixo quanto e continuaríamos poluindo - mas com outros materiais. A maior vantagem, na prática, é que alguns aparelhos seriam mais bonitos.


A natureza estaria livre de dejetos que demoram até 450 anos para se decompor. Haja lixo. A Associação Brasileira da Indústria do Plástico prevê que cada brasileiro consumirá 46 kg de plástico em 2015. Um mundo sem ele seria, então, o Éden dos ambientalistas? Nem tanto. Sem as vantagens do plástico, nossos alimentos teriam menos segurança e os aparelhos eletrônicos se pareceriam com as televisões dos nossos avós. Além disso, haveria mais gente vivendo no campo. Seria uma viagem no tempo. "O plástico é relativamente novo. Seu uso em larga escala não tem nem um século", diz a pesquisadora Mara Lúcia Siqueira, do Laboratório de Embalagem e Acondicionamento do Instituto de Pesquisas Tecnológicas. Em 1950, a produção mundial era de 1,5 milhão de toneladas, uma mixaria se comparada às atuais 265 milhões de toneladas por ano.

Sem o plástico, voltaríamos a usar mais vidro, papel e madeira. O que, por outro lado, poderia gerar novos problemas. Se hoje a taxa de devastação da Amazônia brasileira é de 18%, em um mundo sem plástico ela seria maior. Afinal, continuaríamos consumindo e poluindo. E a economia sofreria um baque. Nos Estados Unidos, a Associação da Indústria do Plástico estima que ele empregue 900 mil pessoas e movimente US$ 341 bilhões por ano. Só o Brasil exportou US$ 1,5 bilhão e importou US$ 3,3 bilhões em produtos plásticos em 2011. Eles vão de embalagens a materiais de construção e até sandálias femininas. Diga alô aos tamancos!
Vida de plástico
Voltaríamos no tempo como na série Mad Men. Só para ver que ele não é tão vilão

Volta ao campo
Sem o plástico, e com o uso alternativo de materiais de origem vegetal, haveria mais empregos nas zonas rurais para abastecer a demanda. O trabalho seria puxado. O plástico trouxe muitas facilidades à agricultura. Por exemplo, sistemas de irrigação levam plástico nas mangueiras, dutos e canais. Sem ele (e sem as estufas, que também têm plástico), seríamos mais dependentes do clima. Assim, a variedade de comida no mercado diminuiria.

Futuro de vidro
O bioplástico, feito à base de amido de milho, entre outros, seria uma alternativa sustentável popular. Mas ele custa até quatro vezes mais que plástico, então encareceria muitos produtos. Além dele, teríamos mais vidro, em várias formas. Cientistas franceses criaram um material orgânico e maleável com as mesmas propriedades do vidro tradicional.

Monitor de mogno
Computadores seriam de metal ou madeira, com dispositivos internos adaptados à nova realidade, feitos de silicone, por exemplo. De madeira também seriam os fones de ouvido, como os da marca thinksound. E todos trabalhariam como a americana Beth Terry, autora do livro Plastic-Free (sem versão no Brasil). Ela abandonou canetas de plástico, adotando lápis e caneta tinteiro. Canecas substituiriam copos descartáveis. E a falta da garrafa térmica impulsionaria o café fresquinho. Viva!

Pau na máquina
Sem plástico, aparelhos eletrônicos poderiam ser mais pesados. Isso porque eles teriam madeira no lugar, como os eletrodomésticos de antigamente. Ao mesmo tempo, parafernálias que hoje são excêntricas seriam normais, como o eco-amp, um amplificador para iPhone de papelão, ou ainda as capas de cortiça para tablets.

Aumente a garagem
Automóveis seriam parecidos com os grandões da década de 1950, feitos quase inteiramente de aço. Hoje em dia, o plástico está em 50% da composição dos veículos. Eliminando-o, os carros pesariam o dobro e, consequentemente, gastariam até 35% a mais de combustível. Quanto mais pesado um automóvel, mais poluente.

Vilão carismático
A ilha de lixo do Pacífico, composta basicamente de plástico, seria muito menor. Mas as vitórias verdes seriam poucas. Sem plástico, usaríamos mais borracha e alumínio, que demoram até 500 anos para se decompor. "O que está errado é o exagero do uso", diz Monica Pilz, coordenadora do Instituto 5 Elementos, que divulga práticas sustentáveis.

Fonte: Conselho Americano de Química; Mara Lúcia Siqueira, pesquisadora do Laboratório de Embalagem e Acondicionamento do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT); Monica Pilz, coordenadora do Instituto 5 Elementos; Plastic-Free: How I Kicked the Plastic Habit and How You Can Too, de Beth Terry / Imagem: Getty Images
Vidente diz ter previsto, em 2005, acidente que vitimou o candidato Eduardo Campos


No ano de 2005, um vidente previu a data, local e a circunstância da morte do candidato a presidência Eduardo Campos. Jucelino Nóbrega da Luz enviou uma carta ao então governador de Pernambuco, relatando a premonição, e a registrou em cartório.

Na carta, o vidente afirma que Campos sofrerá um acidente aéreo no dia 13 de agosto de 2014, em Santos. Ele diz ainda que o ex-governador de Pernambuco seria o candidato a presidência em 2014 e o acidente seria motivado por uma sabotagem.

Jucelino, 51 anos, é conhecido em todo o mundo pelo alto grau de acerto de suas previsões.

Veja a transcrição da carta:
Venho mui respeitosamente, pedir que me escute porque teremos um acidente da TAM em São Paulo JJ 3054 e esse é um sinal que sua vida estará em risco e uma sabotagem vai derrubar seu avião em Santos com avião labace 2012, em 13/08/2014. Deverá ter muito cuidado, pois será candidato a presidente em 2014. Seu avião será sabotado e poderá ter outro acidente da TAM EM 26/11/2014.
Espero estar errado.
Jucelino Nóbrega 15/06/2005.



 O vidente ainda registrou outra carta, relatando que no dia 21 de novembro de 20014, um acidente com um avião acontecerá na Avenida Paulista, deixando muitos mortos. Leia a transcrição:

São Paulo 26 de Julho de 2005

Carta nº 001    26/07/2005 1ª via

Eis o que vi no ano de 2014, precisamente no dia 26 de novembro, um avião da (TAM), choca-se contra o edifício (....). cruzamento da avenida paulista com alameda Campinas. próximo ao Maksoud Plaza Hotel e poderá matar centenas de pessoas. 
Atenciosamente 
Prof. Jucelino Nóbrega da Luz
Assinam várias testemunhas.
A carta foi registrada em cartório em 02 de agosto de 2005.


Jucelino Nóbrega da Luz atualmente é considerado o premonitor (clarividente) de maior credibilidade do Brasil e do Mundo. Com apenas 51 anos de idade é reconhecido pelo alto grau de acerto de suas Previsões, é um médium de premonição e Intuitivo com percepção extra-sensorial.
Profundo conhecedor dos sonhos premonitórios , é considerado um dos maiores clarividentes do Brasil e do Mundo

Fonte: Bahia no Ar  e Site de Jucelino da Luz