Curioso

Conheça 8 profissões peculiares que não existem mais


Se você reparar bem, irá perceber que à medida em que o tempo passa e tudo fica mais moderno, muitas coisas se tornam artigos de museu.
Acontece que não são apenas objetos que se tornam obsoletos, mas alguns costumes, tradições e profissões também. Se por um lado hoje existe a profissão de analista de redes sociais, muita gente já precisou da interseção de uma telefonista para fazer um telefonema simples.

Confira abaixo algumas fotos bem interessantes de profissões que já são extintas e que talvez você nem sabia que existiam:

1-    Despertador Humano

2-    Arrumador de bolas de boliche

3-    Caçador de ratos

4-    Telefonista

5-    Cortador de gelo

6-    Acendedor de poste


7-    Leitor

8-    Radar humano

Fonte: Mega Curioso


Você sabe quanto custa para anunciar na TV?



Uma grande dúvida das pessoas é sempre como acontece o faturamento por parte das emissoras de TV e quanto cada programa pode trazer de lucro para os canais. É claro que a audiência é o principal termômetro para cada emissora como Globo, SBT, Record e Band, no entanto, o faturamento é outro fator fundamental para permanência de um programa no ar.

Pensando nisso, a redação do Zona da Verdade listou os principais programas das emissoras e mostra agora quanto custa para anunciar nos 3 programas mais caros de cada uma delas.

Vamos ver:

Globo
A líder de audiência e a segunda maior emissora do mundo (somente atrás da americana ABC), possui os horários mais caros da TV Brasileira. Na lista encabeçada pelo seu jornalístico, encontram-se também sua novela e o Programa Fantástico.

“Jornal Nacional” – R$ 571.500,00 – duração 30 segundos.
Novela “Império” – R$ 530.300,00  - duração 30 segundos.
“Fantástico” – R$ 506.850,00  - duração 30 segundos.


Record
Na emissora dos bispos, a situação não é diferente da emissora líder. O canal possui os seus produtos jornalísticos como os mais caros de toda grade para aquele que desejar anunciar. A novela “Vitória” apesar da baixa audiência é o terceiro programa mais caro.

“Domingo Espetacular” – R$ 419.000,00  - duração 30 segundos
“Jornal da Record” – R$ 392.000,00  - duração 30 segundos
Novela “Vitória”– R$ 353.000,00  - duração 30 segundos

SBT
No SBT como já era de se esperar, o programa de Silvio Santos é realmente o mais caro e disputado para o anunciante. A atração é mais cara que os produtos jorna líticos. Na sequência, “A Praça é Nossa” que vive um bom momento na emissora atingindo médias de 8/9 pontos, aparece como um dos mais caros para o anunciante. 

“Programa Silvio Santos” – R$ 420.000,00  - duração 30 segundos
“A Praça é Nossa” – R$ 348.000,00  - duração 30 segundos
Novela “Chiquititas”– R$ 341.000,00  - duração 30 segundos

Band
A Band como na maioria das emissoras tem o seu principal jornal entre os  mais caros para os anunciantes. Se uma marca/produto ou serviço quiser falar com os telespectadores do “Jornal da Band” terá que desembolsar uma boa quantia. De qualquer forma, a atração mais cara no canal do Morumbi é o “Pânico”, apesar da queda de audiência dos últimos tempos, a atração ainda custa os olhos da cara.

“Pânico na Band” – R$ 310.000,00  - duração 30 segundos
“Jornal da Band” – R$ 284.000,00  - duração 30 segundos
“Futebol”– R$ 266.000,00  - duração 30 segundos


Fonte: www.otvfoco.com.br



Invenções geniais que você adoraria ter no dia-a-dia

Provavelmente você nunca ouviu falar nessas invenções antes e, apesar da simplicidade delas, certamente facilitariam e muito a nossa vida! Vamos conferir!
1) Essa é genial

2) Isso tornaria a vida muito mais higiênica

3) Sem dúvida, seria muito bom


4) Travesseiro para bloquear a luz e o som em qualquer lugar

5) Não fique com os dedos molhados


6) Pensando no meio ambiente, que tal um carregador solar?


7) Pra quê comprar pilhas novas?


8) Quem não gostaria de um desses?





Você sabe o que é daltonismo?

A doença ocular conhecida como daltonismo consiste na incapacidade de diferenciar as cores. Descrita pela primeira vez por John Dalton, um físico e matemático também portador da deficiência visual, o daltonismo atinge praticamente 5% da população mundial, ou seja, cerca de 350 milhões de pessoas.



Transmitida hereditariamente, a doença afeta normalmente mais a homens (98%) do que a mulheres, e a princípio não tem tratamento com óculos e lentes que a cure. O termo discromatopsia distingue-se do daltonismo por ser mais geral: enquanto que o daltonismo descreve apenas os casos de herança hereditária, a discromatopsia pode ser causada também por algumas enfermidades adquiridas da retina ou do nervo ótico.

Para diagnosticar o daltonismo existem algumas ferramentas, como os conhecidos testes dos números: pessoas normais enxergam os algarismos dentro do círculo, enquanto que os daltônicos não.




Muitas pessoas se dedicaram a facilitar a vida dos daltônicos, já que óculos e lentes não resolvem completamente o problema. O Color app, por exemplo, é um sistema inventado para ajudar os daltônicos a diferenciarem as cores. Alguns semáforos também foram adaptados para motoristas portadores da deficiência: uma faixa refletiva branca em volta da luz amarela ajuda a distinguir um sinal fechado de um aberto.

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                                                                                                                    Fonte: www.eotica.com.br






PIRÂMIDES: Obra Humana ou Extraterrestre?


Desde a descoberta da existência das pirâmides, um mistério tão grande quanto às próprias obras têm “tirado o sono” de muita gente!

Afinal, como as pirâmides foram erguidas?


Por vezes, nos deparamos com alegações, tais como:

“Naquela época, os seres humanos não tinham ‘tecnologia’ o suficiente para construir pirâmides, e nos hieróglifos, por exemplo, haviam representações de supostos deuses, mas na verdade eram alienígenas, logo a explicação mais lógica é a de que os áliens construíram as pirâmides.”


Mas, nem todo mundo concorda com tal alegação, então, como uma civilização antiga, sem a ajuda de tecnologia moderna, conseguiu mover pedras de 2,5 toneladas para compor suas famosas pirâmides?

Segundo especialistas, esse mistério pode ser resumido em uma palavra: atrito!
Os antigos egípcios transportavam sua carga rochosa através das areias do deserto: dezenas de escravos colocavam as pedras em grandes “trenós”, e as transportavam até o local de construção. Na verdade, os trenós eram basicamente grandes superfícies planas com bordas viradas para cima.
Quando você tenta puxar um trenó desses com uma carga de 2,5 toneladas, ele tende a afundar na areia à frente dele, criando uma elevação que precisa ser removida regularmente antes que possa se ​​tornar um obstáculo ainda maior.
A areia molhada, no entanto, não faz isso. Em areia com a quantidade certa de umidade, formam-se pontes capilares – micro gotas de água que fazem os grãos de areia se ligarem uns os outros – o que dobra a rigidez relativa do material. Isso impede que a areia forme elevações na
frente do trenó, e reduz pela metade a força necessária para arrastar o trenó.
Uma grande pilha de areia se acumula em frente ao trenó quando ele é puxado sobre a areia seca (esquerda). Na areia molhada (direita) isso não acontece. Crédito da Imagem: Fundamental Research on Matter.

De acordo com o estudo:
Os físicos colocaram, em uma bandeja de areia, uma versão de laboratório do trenó egípcio. Eles determinaram tanto a força de tração necessária e a rigidez da areia como uma função da quantidade de água na areia. Para determinar a rigidez, eles usaram um reômetro, que mostra quanta força é necessária para deformar um certo volume de areia.
Os experimentos revelaram que a força de tração exigida diminui proporcionalmente com a rigidez da areia. Um trenó desliza muito mais facilmente sobre a areia firme e úmida do deserto, simplesmente porque a areia não se acumula na frente do trenó, como faz no caso da areia seca.
Estas experiências servem para confirmar o que os egípcios claramente já sabiam, e o que nós provavelmente já deveríamos saber. Com isso, colocamos um ponto final nas hipóteses pseudocientíficas dos “Alienígenas do Passado”.
Imagens: Internet/Artigo: Zona da Verdade, www.universoracionalista.org